Pessoa com deficiência
De qualquer idade, inclusive crianças, com impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial.
Entenda, em linguagem simples, quais requisitos são analisados para pessoas com deficiência e idosos a partir de 65 anos, como funciona o pedido e quais podem ser os próximos passos.
O BPC/LOAS é voltado a dois grupos. E quem pesquisa, muitas vezes, é um familiar.
De qualquer idade, inclusive crianças, com impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial.
Que quer entender se, além da idade, a renda da família e as demais condições permitem fazer o pedido.
Filhos, pais, cônjuges ou responsáveis que buscam informação por alguém da família. Você também pode pedir orientação.
Se você ou seu familiar se identifica com alguma dessas situações, vale entender os detalhes do caso com orientação jurídica.
Falar com Advogado Especialista Cada situação é analisada individualmente. A orientação jurídica não representa garantia de concessão do benefício.O Benefício de Prestação Continuada (BPC) está previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). É um benefício assistencial pago pelo INSS a quem se enquadra nos requisitos da lei.
Falar com Advogado EspecialistaEstes são os pontos gerais. Cada caso tem detalhes próprios, e é isso que a orientação jurídica ajuda a avaliar.
Para a pessoa com deficiência, é analisado se existe impedimento de longo prazo (físico, mental, intelectual ou sensorial) que dificulte a participação na sociedade em igualdade de condições. O INSS faz avaliação médica e social.
Para o idoso, a idade é o ponto de partida. Mas ela não basta sozinha: a renda da família e o cadastro também são analisados.
A lei considera a renda familiar dividida pelo número de pessoas da casa. Em regra, o limite é de 1/4 do salário mínimo por pessoa, e há situações em que outros elementos podem ser considerados.
A pessoa que vai receber o benefício e sua família precisam estar inscritas e com os dados atualizados no Cadastro Único (CadÚnico).
Ficou em dúvida sobre algum desses pontos?
Veja as perguntas mais
comuns ou fale direto pelo WhatsApp.
O diagnóstico, sozinho, não define o direito. O que se analisa é se o impedimento é de longo prazo e como ele afeta a vida da pessoa no dia a dia, junto com a renda da família. Por isso cada situação precisa ser avaliada individualmente. Conte o caso pelo WhatsApp para entender quais informações serão observadas.
Sim. Não existe idade mínima para o BPC da pessoa com deficiência. No caso de crianças, a avaliação considera as limitações de acordo com a idade, e a renda analisada é a da família com quem ela vive.
A renda é calculada por pessoa: soma-se o que a família recebe e divide-se pelo número de integrantes. Em regra, o limite é de 1/4 do salário mínimo por pessoa, mas há situações em que outros elementos da realidade familiar podem ser considerados. Vale entender a sua situação antes de concluir que não dá.
A idade é um dos requisitos, mas não o único. Também são analisadas a renda por pessoa da família e a inscrição atualizada no CadÚnico. Não é necessário ter contribuído para o INSS.
Pode. O atendimento foi pensado também para quem pesquisa por um pai, mãe, filho ou outro familiar. Ao iniciar a conversa no WhatsApp, basta dizer que você é familiar e explicar a situação da pessoa.
Para a primeira conversa, você não precisa ter tudo em mãos. Basta explicar a situação. Depois, a orientação indica o que reunir no seu caso. Veja abaixo o que costuma ser pedido.
Sua dúvida não está aqui? Pergunte direto pelo WhatsApp.
Um caminho direto, sem formulários longos.
Você é direcionado ao WhatsApp do escritório.
Diga se o benefício é para você ou para um familiar e explique o caso com suas palavras.
Você entende quais informações precisam ser avaliadas e quais podem ser os próximos passos.
A lista exata depende de cada caso. Estes são os tipos de informação que normalmente fazem parte da análise:
Não tem tudo isso agora? Sem problema. A primeira conversa serve justamente para entender por onde começar.
Falar com Advogado Especialista
Advogada no Rio de Janeiro, com atuação em Direito Previdenciário. O escritório atende com recorrência demandas de BPC para pessoas com deficiência e oferece orientação jurídica para avaliar cada situação.
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